quarta-feira, 19 de maio de 2010

Lede

Ontem na aula de literatura brasileira, analisei o manifesto que inaugurou o romantismo no Brasil (que aliás, foi escrito na França). Pra começo de conversa o autor praticamente invocava as musas para pedir ao filho que rompesse com a tradição. Mas o mais interessante foi um trecho que não deu para passar batido:

"Como a água que jorra da pedra e ao seu cume retorna"

É... Nossa literatura nacional começou bem...

Um comentário:

  1. é a pura genialidade da ambiguidade perversa!
    Isso sim é arte

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